Cultura

A Kolynos não faliu, apenas mudou de nome. E por quase 30 anos
Cultura, Economia & Mercado

A Kolynos não faliu, apenas mudou de nome. E por quase 30 anos

https://youtube.com/shorts/MevLJwtF82E E se eu te disser que a Sorriso sempre foi Kolynos? Nessa onda de tantos resgates de nostalgias das décadas de oitenta e noventa, a Sorriso, que antigamente era Kolynos, resolveu lançar uma edição limitada rememorando a pastinha de um amarelo amigável que prometia sempre dentes brancos. Mas, pelo visto, a galera não tem gostado muito, seja pelo preço nos supermercados que variam de 4 a 8 reais numa embalagem de noventa gramas, ou pelo sabor e a textura que, segundo alguns relatos no perfil oficial da Sorriso no Instagram, em nada tem a ver com os originais daquela do século XX. Segundo o site oficial da Sorriso, a pastinha amarela chegou ao Brasil em 1917 e foi conquistando os lares brasileiros prometendo refrescância e dentes brancos. ...
Artistas pret@s que atualmente escrevem a história da música brasileira
Cultura, Música

Artistas pret@s que atualmente escrevem a história da música brasileira

LINIKER Natural de Araraquara, interior de São Paulo, recentemente conquistou três das sete indicações ao Grammy Latino: Melhor Intérprete Urbana em Língua Portuguesa, Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa (com Caju, 2024) e Melhor Canção em Língua Portuguesa (com Veludo Marrom). Sem mais! JOTA.PE Junto com João Gomes e Mestrinho, gravou o projeto Dominguinho, vencedor do Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa, e que já desponta como um dos melhores projetos da música brasileira. De Osasco, na Grande São Paulo, é um grande violonista que consegue casar instrumento e voz com tamanha perfeição. DONA ONETE Criadora do 'carimbó chamegado', a paraense de Cachoeira do Arari lecionou por 25 anos a disciplina de História e...
Exposição em São Paulo mostra a arte da joalheria africana
Cultura

Exposição em São Paulo mostra a arte da joalheria africana

Os balangandãs, peças compostas por pingentes com representações de elementos do cristianismo e religiões de matriz africana, foram as pistas perseguidas pela artista baiana Nádia Taquary para conceber a exposição Ònà Irin: caminho de ferro, montada no Sesc Belenzinho, em São Paulo. Ao todo, são 22 obras de diferentes fases de sua vida e linguagens, que homenageiam o orixá Ogum, o feminino e o sagrado perpetuado por mulheres.  Taquary explica que os balangandãs estão relacionados ao que se chamou de pecúlio, que nada mais é do que uma tentativa das vítimas da escravidão de se libertar e escapar dessa condição. Para juntar valores suficientes para a alforria, isto é, para deixar de ser cativo ou cativa, eram autorizados pelos seus senhores a somar ao montante doações, legados e heranças....